Felippe Faquineli, Advogado
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Felippe Faquineli

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Luiz Felippe Lima Faquineli Cavalcante, Entusiasta Processual
Graduado em Direito, Pós-Graduando em Direito Processual pela PUC-MG, Advogado, Apaixonado pela Advocacia

Comentários

(6)
Felippe Faquineli, Advogado
Felippe Faquineli
Comentário · há 6 meses
Olá Marina. Costumo dizer que não vivo essa "realidade da advocacia". Moro em uma cidade relativamente pequena, estagiei com um dos primeiros advogados desta cidade por 3 anos. O mesmo virou prefeito e consequentemente suspenso por tempo determinado. Após, quando formei, as coisas automaticamente fluíram. Eu, com muito trabalho e empenho, acabei por me direcionar à advocacia criminal (ramo do meu tutor) e tem ido tudo às mil maravilhas por 1 ano inteiro, estou entrando no meu 3º semestre da advocacia com muito êxito e trabalho duro.
Infelizmente, nem todos tem tem (ou vão ter) a sorte que eu tive, mas realmente, concordo! A advocacia é mercantilizada, eu mesmo utilizo destes mecanismos permitidos por lei (publicidade de conteúdo) para a captação de clientela.
No entanto, formei em uma turma de 60 alunos e pouco menos de 6% advogam e os relatos deles não são nada agradáveis.
Esse texto não tem o condão de exaltar minha sorte, mas o que eu deixo como dica/experiência/conselho é que a advocacia está intrinsecamente ligada à política do dia a dia; ligações; contatos e a famosa e melhor propaganda, o BOCA A BOCA.
Invista no conhecimento; faça upgrades na carreira para se destacar no mercado; eu fiquei conhecido como O CRIMINALISTA; você que está lendo este comentário e que leu o texto da Dra. Marina e ficou um pouco desanimado (não que o objetivo seja este), se gosta da área, confie e invista pesado! Faça valer os 05 anos que cursou, perca a vergonha, saia de trás da escrivaninha e vá atrás dos contatos! Nossa profissão é linda em essência, basta ter resiliência. Alguns deslancham rápido, outros demoram! Mas a chuva chega na plantação de todos.
Tenham um excelente domingo!

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Sara Lima, Estudante de Direito
Sara Lima
Comentário · ano passado
Saudações,

Talvez a peça cabível fosse o “mandamus”... mas o que desejo comentar é a apreensão da CNH em si. Arbitrária por natureza, utilizada como forma coercitiva de tentar obter algo, por meio da concessão de poder do qual se reveste o cargo de quem, ou daqueles que assim decidem.
Não é crime dever, do contrário, 99,9% dos brasileiros teriam algum antecedente criminal!
A lei civil possui mecanismos próprios, claros e positivados de objetivar o pagamento de dívidas, como o bloqueio em conta, o protesto do título objeto da dívida, a negativação do nome do devedor nos órgãos competentes, uma conciliação extrajudicial que parcele a dívida, de repente, até a penhora de um ou mais bens que se equipare ao valor do débito mas... apreender a CNH por dívida civil é ferir uma série de Princípios Constitucionais, é quebrar os pilares da Lei Maior; é deixar as leis e a democracia de lado e inventar uma punição paralela, diferente das medidas já existentes no ordenamento jurídico, definidas com base em quem ocupa o polo passivo, e não com base na ordem e no progresso. Enfim, ao meu ver, representa um retrocesso absoluto.
Está disposto em lei, que até os créditos tributários preferem a qualquer outro, exceto os da esfera trabalhista (CTN, art. 186). Ora, se mesmo para os avatares do Erário, é defeso a apreensão de mercadoria como meio coercitivo de pagamento de tributo, qual dispositivo (ultralegal, talvez!) autorizaria à Colenda Turma em debate, deferir pela apreensão da CNH do cidadão? ...Será que mesmo dispositivo utilizado para fundamentar a decisão da Corte, permitiria o inverso, como por exemplo, pagar uma dívida cível com valor igual ou superior ao preço cobrado para emissão de CNH e com isso, obter nova CNH como forma de homologação da quitação de mera dívida cível?!?!... (direito adquirido por dejavu!)
Nós, cidadãos comuns, também sabemos inovar... a grande vantagem é que, o Princípio da Legalidade para nós, não se interpreta da mesma forma que para com a administração pública... ou já se pode obrigar alguém a fazer algo sem que a lei determine????... bom, pelo caso exposto acima, já se pode obrigar alguém a perder algo sem que a lei, assim, defina, basta que uma Colenda Turma assim, inove.
Juíza de minhas próprias convicções, declaro a decisão da Colenda Turma, ultrapetita!... Sim! ...porque nós cidadãos comuns, temos Reis, Juízes, Desembargadores, Ministros e Presidentes morando dentro do Nosso Mundo Privado e Imaginário de Ínfima Justiça!

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